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Da metalomecânica ao calçado, exportações vão bater recordes

Da metalomecânica ao calçado, exportações vão bater recordes

Da metalomecânica ao calçado, exportações vão bater recordes

2017 promete ser um bom ano. As vendas ao exterior da metalurgia estão a crescer 12% e a cortiça, mobiliário, têxteis e calçado sobem 4%.

Da metalurgia e metalomecânica à cortiça, passando pela madeira e mobiliário, têxteis e calçado, as indústrias tradicionais portuguesas esperam bater máximos históricos de exportações este ano. As vendas para a Europa estão a correr a bom ritmo, muito à boleia do crescimento da Alemanha, mas, há, também, boas notícias do outro lado do Atlântico – afinal, ao contrário do que se receava, as políticas protecionistas de Donald Trump não tiveram, para já, qualquer impacto.

A campeã das exportações é a indústria metalúrgica e metalomecânica. Ao todo, só nos primeiros oito meses do ano, já vendeu para os mercados externos 10,5 mil milhões de euros, um aumento de 12%. Rafael Campos Pereira, vice-presidente da AIMMAP, a associação dos metalúrgicos, admite que “há alguma expectativa” de que a fileira do metal possa, este ano, chegar a um valor próximo dos 16 mil milhões exportados. Com crescimentos bem acima dos 50% estão mercados como os EUA, China e Angola. Na Europa, Espanha e França crescem a dois dígitos e até a Alemanha, que vinha denotando alguma anemia, por via da deslocalização de empresas industriais, está, novamente a acelerar.

In Dinheiro Vivo
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